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1 mês atrás - 20/09/2021

Sinop segue sem previsão de início da terceira dose da vacina contra a covid-19

FOTO: Myke Sena/MS
FOTO: Myke Sena/MS


Em Sinop, ainda não tem prazo definido para a terceira dose, da vacina contra a covid-19, determinada no mês passado pelo Ministério da Saúde.


Apesar da divulgação ter sido feita na intenção de começar a vacinar a terceira dose a partir do dia 15 deste mês, a secretaria municipal de saúde, afirma estar aguardando o envio de doses para esse grupo. Pois até o momento, ainda não veio nenhuma dose específica para a região e nem resolução com a quantidade que será distribuída. Ou seja, sem previsão até o momento para a terceira dose.


Na semana passada, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) enviou, um ofício ao Ministério da Saúde em que pede prioridade para a vacinação da terceira dose em todo país, devido ao aumento no número de casos graves entre pessoas idosas já vacinadas. O Conass também pede a suspensão da imunização de adolescentes sem comorbidades.


O documento solicita que além de idosos acima de 70 anos, a população acima de 60 anos, em especial a que vive em instituições de longa permanência e imunossuprimidos, sejam incluídos com urgência no calendário de vacinação da dose de reforço, reduzindo de 6 para 5 meses o intervalo em relação à última vacina aplicada.


Em contra partida, o Ministério informou em nota a necessidade da terceira dose em agosto, porém, que ainda não enviou para nenhum estado doses destinadas para este fim. Os locais que já deram início à imunização o fazem por conta própria, e isso influencia na falta de vacinas para aplicação da segunda dose. Já que foi recomendado o início da vacinação da dose de reforço apenas quando 100% da população adulta, acima de 18 anos, estiver vacinada. “Como ainda não foram enviados lotes para aplicação da terceira dose, a pasta não possui dados em relação a quais estados já deram início à imunização, mas acreditamos que, em breve, estaremos contabilizando”, informou a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.

FONTE: Lívia Kriukas / Redação Meridional Notícias