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2 semanas atrás - 30/09/2021

Problemas de iluminação pública continuam sem solução em Sinop

FOTO: Divulgação
FOTO: Divulgação


Uma das maiores reclamações entre os sinopenses e automaticamente uma das principais pautas que permanecem nas sessões da Câmara de Vereadores de Sinop, é relacionada a iluminação pública em Sinop.


Falta de iluminação, lâmpadas queimadas, demora na substituição das lâmpadas e por aí vai. Nesta semana, na casa de leis, foi a vez do vereador Lucinei (MDB) cobrar uma posição do poder executivo.


Que seja feita uma força tarefa na parte de iluminação pública da nossa cidade. Realmente está muito caótica e os pedidos de todos tem nos cobrado muito. Peço ao secretário que logo, esteja determinando essa ordem de serviço para que seja cumprida”, cobrou.


Mas conforme noticiamos aqui algumas vezes, essa cobrança no plenário é antiga, afinal, vários parlamentares já usaram da tribuna para que a atual gestão tome providências. Um deles é o vereador, Célio Garcia (Democratas), que na maioria das vezes pontua esse problema recorrente.


É constante as reclamações, sobre iluminação pública. Nós pagamos a iluminação pública não pelo poste que temos em frente a nossa casa, mas por onde andamos. E por onde temos visitados, temos visto vários postes sem iluminação e a taxa é paga por todos nós. O prefeito, não faz nenhum favor, a nós quanto comunidade, ele precisa dar esse respaldo, o que não pode é a comunidade ficar clamando e cobrando por iluminação pública. Também é segurança”, contou.


Já o novo secretário de Obras e Serviços Urbanos, Remídio Kuntz, pediu paciência para os moradores. Segundo ele, com os vários furtos de fios de energia, subiu a alta demanda de serviços.


Nós estamos com três praças, a da Bíblia foi furtada mais de 600m de fio. Aquela praça em frente a Ronta, deu um curto-circuito e queimou mais de 300m de fio. Na avenida das Itaúbas também. A gente vai montar equipe de dia, de noite, de madrugada, 24 horas, mas a gente só pede para a população só um pouquinho de paciência. A equipe técnica não aceitou a mercadoria que veio pra cá, a gente fez a compra de um produto e veio outro. Queremos garantia no material de no mínimo dois anos”, explicou.

FONTE: Lívia Kriukas / Redação Meridional Notícias