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1 mês atrás - 04/04/2022

Carteirinha de identificação do autista pode ser solicitada nos CRAS’s, destaca primeira-dama

Foto: Assessoria
Foto: Assessoria

A primeira-dama e secretária de Assistência Social, Scheila Pedroso, reforçou à sociedade que a Carteira de Identificação do Autista pode ser solicitada em qualquer um dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS). “A Assistência Social faz a confecção da carteirinha do autista, que faz a identificação dessas pessoas e ajuda, também, a inserir nos diversos locais da sociedade. Com a carteirinha de identificação, ele tem a prioridade de atendimento”, pontuou.


O reforço foi feito durante o primeiro encontro municipal de conscientização ao autismo, promovido pela Prefeitura, na última sexta-feira (01). Na oportunidade, Scheila destacou que o município vem trabalhando com três pilares: saúde, educação e assistência social. “Nós, enquanto Assistência Social, estamos buscando melhorar os nossos atendimentos e ajudar a inclusão, dentro da sociedade, destas crianças que são extraordinárias. Eles são de uma inteligência fora da realidade, são crianças que podem sim alcançar os mais diversos lugares dentro da sociedade    “, destacou.


O serviço de confecção da carteira é disponibilizado desde o início do ano passado, em Sinop. Para obter o documento, o responsável pelo portador de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), deve procurar uma das unidades CRAS do município (Menino Jesus, Palmeiras, Boa Esperança, Paulista) com os seguintes documentos: Formulário de Requerimento, devidamente preenchido, disponível nos CRAS; laudo médico, atestando o TEA; fotocópia do Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do solicitante; fotocópia do comprovante de residência e 01 foto 3x4.


AUTISMO


O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar, composta por médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e educadores físicos, além da imprescindível orientação aos pais ou cuidadores.

FONTE: Assessoria