Amanda enfrentou problemas com a polícia na segunda-feira (2), em Orlando, após cometer uma infração de trânsito ao mudar de faixa de forma irregular. Em seguida, agentes tentaram abordá-la com sirene e giroflex ligados; no entanto, segundo o Orange County Sheriff’s Office, a motorista seguiu sem parar.
Logo depois, a polícia localizou Amanda no endereço associado ao registro de um Dodge Ram. Ao ser questionada em espanhol, ela confirmou que dirigia o veículo e explicou que não parou porque “não achou que estivesse sendo parada”, declaração registrada antes de qualquer menção formal à abordagem de trânsito.
Na sequência, já algemada e com apoio de um tradutor, Amanda apresentou versões diferentes sobre o ocorrido. Primeiro, disse que percebeu luzes e sirene, mas não soube afirmar se eram para ela; depois, afirmou que não ouviu os sinais; por fim, declarou que acreditou que a abordagem se destinava a outra pessoa e que tentou sair do caminho, entrando no estacionamento da Target.
Diante disso, os agentes efetuaram a prisão pelos crimes de fuga ou evasão de agente de segurança com sinais acionados (FSS 316.1935(2)) e por conduzir veículo sem habilitação válida (FSS 322.03). Já na tarde de terça-feira (3), o 9º Tribunal do Circuito Judicial do Condado de Orange avaliou o caso e considerou que a barreira linguística pode ter provocado um mal-entendido, fixando fiança de US$ 500.
Além disso, a corte rejeitou a acusação relacionada à ausência de carteira de motorista válida nos EUA. Embora Amanda tenha apresentado a CNH brasileira no momento da prisão, a legislação exige habilitação local para residentes, o que não foi comprovado. Até agora, nem Amanda nem seu esposo, Henrique, comentaram publicamente o episódio.